Calibração de detector de amônia, com gás padrão e ART.
O detector é a primeira linha de defesa de quem opera amônia — e só protege se estiver lendo certo. Calibramos com gás padrão certificado, ajustamos os set-points de alarme e emitimos certificado com ART. Em campo, sem parar a operação.
Um detector descalibrado alarma tarde. Ou não alarma.
A amônia segue imbatível para refrigerar grandes áreas e operar em temperaturas muito baixas — frigoríficos, laticínios, sorvete, cerveja, pescado. O contrapeso é a toxicidade: em concentração alta, o vazamento mata. A detecção precoce, com alarme, é exigência da NR-36 para frigoríficos e diretriz da NBR 16069 para sistemas de refrigeração.
O problema: sensores eletroquímicos perdem sensibilidade com o tempo, e o ambiente de sala de máquinas acelera essa deriva. O display continua mostrando números — só que errados. A calibração periódica com gás padrão é o que garante que o número na tela é a concentração real no ambiente.

Leitura conferida, ajustada e documentada.
Verificação as-found
Aplicamos gás padrão certificado e registramos o que o detector lê hoje — o desvio fica documentado antes de qualquer ajuste.
Ajuste
Correção do sinal no sensor ou no transmissor até a leitura coincidir com a concentração do padrão.
Set-points de alarme
Conferência dos níveis de alarme e intertravamento conforme o projeto da sala de máquinas e a NBR 16069.
Certificado + ART
Certificado com valores as-found/as-left e rastreabilidade do gás padrão — assinado por engenheiro, com ART.
Quem calibra precisa entender de refrigeração E de instrumentação — nossa equipe vem das duas escolas: mecânica, automação industrial e segurança do trabalho.
Onde há frio industrial, há NH₃ — e detector.
Frigoríficos e abatedouros
Detecção com alarme é exigência expressa da norma para o setor de abate e processamento de carnes.
Laticínios, sorvete e cerveja
Câmaras e processos a baixíssima temperatura, com salas de máquinas de amônia operando sem parar.
CDs e câmaras frigoríficas
Operação 24/7 com estoque de terceiros — seguradora e auditoria do cliente cobram a detecção em dia.
A sala de máquinas inteira é equipamento NR-13.
Separadores de líquido, recipientes, resfriadores intermediários, tubulações — tudo vaso de pressão sob a NR-13. E as válvulas de segurança do sistema precisam de calibração em bancada. Atendemos o ciclo completo do seu sistema de amônia com um único responsável técnico: detecção, inspeção, calibração de PSV, projeto e, se um dia for preciso, perícia.
Perguntas frequentes.
Siga o manual do fabricante — a prática do setor fica entre 6 e 12 meses, com intervalo menor em ambiente agressivo (umidade, lavagem, variação térmica). O certificado registra a data e a próxima calibração recomendada.
Sim — com gás padrão portátil, no detector instalado, sem desmontar nem interromper a operação da sala de máquinas.
Verificamos o as-found com gás padrão. Se o sensor não segura a calibração — comum em modelos de baixo custo com sensor no fim da vida — o certificado mostra isso e recomendamos a substituição. Melhor descobrir na calibração do que no vazamento.
Sim: valores as-found/as-left, rastreabilidade do gás padrão e ART de engenheiro. É o formato que auditorias de seguradora e de clientes (varejo, indústria de alimentos) exigem.
Sim — conferimos e ajustamos os set-points de alarme e intertravamento conforme o projeto e a NBR 16069. Detector lendo certo com alarme em nível errado continua sendo risco.
Quando foi a última calibração dos seus detectores?
Diga quantos pontos de detecção a sua planta tem. O engenheiro responde com prazo e orçamento.