Teste de estanqueidade com laudo que o Corpo de Bombeiros aceita.
Rede canalizada de gás precisa provar, de tempos em tempos, que não vaza. Fazemos o ensaio com manômetros calibrados na nossa própria bancada, emitimos o laudo de estanqueidade e registramos a ART — em condomínios, comércio e indústria.
Com gás combustível não se improvisa.
Um vazamento de GLP ou gás natural raramente avisa antes do acidente. Por isso a rede canalizada — do medidor ao ponto de consumo — passa por ensaio de estanqueidade: pressuriza-se a tubulação e comprova-se, por medição, que a pressão se mantém. Sem queda, sem vazamento.
O ensaio é exigência prática para o AVCB e item recorrente em auditorias de seguradora. Mas a razão de fundo é mais simples: é a única forma objetiva de saber que a rede que atravessa o seu prédio, a sua cozinha industrial ou a sua planta está íntegra.
- AVCBEmissão e renovação do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros
- REFORMAAmpliação da rede, novos pontos de consumo, troca de traçado
- SUSPEITACheiro de gás, consumo anormal ou queda de pressão percebida
- SEGURADORACondição de apólice e auditorias de segurança patrimonial
- PERIÓDICOCiclo anual recomendado para manter a comprovação em dia
Do exame visual ao laudo assinado.
Exame e preparação
Verificação visual da rede, conferência com o projeto, bloqueio dos trechos e isolamento de equipamentos que não entram no ensaio.
Pressurização
A rede recebe ar comprimido ou nitrogênio na pressão de ensaio definida pela norma aplicável — nunca acima do que a tubulação suporta.
Estabilização e medição
Após estabilizar, monitoramos a pressão com manômetros calibrados pelo período normativo. Queda detectada = vazamento localizado com espuma ou detector.
Laudo e ART
Laudo de estanqueidade com resultado, registro fotográfico e croqui do trecho ensaiado — assinado por engenheiro, com ART no CREA.
Os manômetros do ensaio são aferidos na nossa própria bancada de calibração — a mesma que atende a indústria.
O ensaio segue norma, não opinião.
- NBR 15526Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais — projeto e execução
- NBR 15358Rede de distribuição interna para gás combustível em instalações comerciais e industriais — projeto e execução
- NBR 13523Central de gás liquefeito de petróleo (GLP)
- NBR 14024Centrais de GLP — sistema de abastecimento a granel
- IT-28 · CBPMESPInstrução Técnica do Corpo de Bombeiros de SP para manipulação e uso de GLP
- RIPRegulamento de instalações prediais da concessionária local de gás
Quem tem rede de gás quase sempre tem NR-13 também.
Cozinha industrial tem caldeira ou geração de vapor. Planta com GLP tem compressor e reservatório de ar. Caldeiraria a gás é NR-13 por definição. Na mesma visita do teste de estanqueidade, o engenheiro avalia o que mais na sua operação precisa de laudo — e você resolve tudo com um responsável técnico só.
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Perguntas frequentes.
A prática consolidada — e a recomendação que seguimos — é o ciclo anual. Além dele, o ensaio é refeito na renovação do AVCB, após qualquer reforma ou ampliação da rede e sempre que o Corpo de Bombeiros ou a concessionária exigirem.
No trecho ensaiado, sim — pelo período do teste. Em condomínio, programamos com o síndico o horário de menor impacto; em indústria, encaixamos na janela de manutenção.
O laudo aponta o trecho com vazamento, localizado com espuma ou detector. Feito o reparo (pela sua manutenção ou empresa de instalação), repetimos o ensaio e emitimos a conformidade. Não existe "laudo de cortesia" com rede vazando.
Sim — condomínios são parte importante da demanda, junto com cozinhas industriais, comércio e plantas industriais. O ensaio segue a NBR 15526 e as exigências do bombeiro local.
Engenheiro habilitado com registro ativo no CREA, emitindo ART. Desconfie de laudo sem ART: sem responsabilidade técnica nominal, o documento não sustenta AVCB nem seguradora.
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